6 erros dos acompanhantes-masculinos

6 erros dos acompanhantes-masculinos

6 erros dos acompanhantes-masculinos

Dado que eles trabalham no campo do sexo, os acompanhantes deveriam ser “profissionais” nessa área. Deveriam ser mais do que especialistas. Não se parecerem com os comuns mortais, habituados a falhar na intimidade e viver em paz com a idea de que pelo menos de vez em quando... aceita-se também a mediocridade.

Infelizmente, alguns senhores de companhia também flertam com essa condição, falhando completamente a missão de render as suas clientes felizes até às lágrimas. Quer porque escolheram a carreira errada, que se confrontem com uma rotina que lhes paralisa inteiramente os sentidos ou que simplismente as suas habilidades eróticas não são exactamente o seu ponto forte. Paradoxal mas náo impossível.

Se notar que alguma das pessoas desejadas no contexo das “sensações fortes” (mas pagas) falhar, significa que é urgente a sua substutuição por alguém digno do nome de “garanhão bestial”, que não deve absolutamente corresponder ao perfil seguinte:

 

1.-Não é diferente de um martelo-demolidor. O indivíduo entusiasta que começa bruscamente o seu número, passando directamente para uma penetração forte e profunda, é completamente infantil e confunde os filmes com a realidade ou as impressões SF da própria imaginação com as verdades práticas pregadas em todo o mundo.

É bem sabido que para não inibir a lubrificação vaginal, é preciso que os movimentos iniciais sejam lentos, aumentando gradualmente a sua velocidade e intensidade, alimentando o moral das mulheres. O pénis não é um tanque que parte para a guerra, que dá provas da sua supremância com uma aparição triunfal.

Não tenham medo “despedir” o amante que ignora esses padrões mínimos de qualidade.

 

2.-Pára bruscamente durante o acto. A qualidade de idoso frágil que dá um passo por minuto e para bruscamente para recuperar o fôlego, caracteriza também os homens do mundo do amor a pagamento. Às vezes...

Sobretudo quando se mostram incapazes de apoiar integralmente o seu esforço e precisa de muitas pausas espontâneas.

Administradores incompetentes da própria energia, eles puxam o tapete de debaixo dos próprios pés de uma forma que afecta a continuidade do desempenho, o sustento do ritmo, a força e a resistência.

A sua indolência vai até ao ponto de não ver problema algum em abandonar a parceira enquanto eles ficam um pouco “nos bastidores”, tomam (eventualmente) fôlego, bebem uma limonada, enviam um sms desejando “boa noite” a sua mamãe, e depois voltam revigorados ao dever.

As interrupções são justificadas em caso de real maratona sexual, que é impossível realizar sem momentos de descanso. Mas durante um episódio banal o cansaço crónico indica uma ausência de condição física, mas também falta de interesse para com o próprio “compromisso” recompensado pela parceira com muito dinheiro.

 

3.-Demostra uma comodidade fora do comum. A pessoa que, apesar de ser paga para dar o seu melhor, evita sutilmente fazer o seu dever supremo de gerador de orgasmo (optando pela maneira mais fácil de se render “útil”) é um preguiçoso absoluto, fã do trabalho negligente.

Enquanto os especialistas fazem tudo o que for necessário, os apáticos instalam a mulher em cima e ficam de olhos para o tecto esperando pelo final (com um ar no rosto algo aborrecido).

Ou pode acontecer ainda que as personagens sejam ancoradas nos tempos modernos e pensem que as senhorinhas, verdadeiras feministas convencidas, anseiam para dirigir, com mão de ferro, a “operação”. Mas dado que há uma grande diferença entre permitir o controle e evitá-lo por razões de preguiça patológica, os indivíduos passivos merecem ser sancionados, pois a atitude deles nasce da falta de jeito e falta de profissionalismo. Portanto... devem ser excluídos da lista!

 

4.-Não suporta o seu peso em cima da parceira. A falta de atenção para com o conforto da parceira, coloca o acompanhante directamente na categoria dos que escolheram erradamente a sua vocação. Devia provavelmente ter-se tornado numa guarda no museu or qualquer outra coisa que não implica um esforço colossal.

É verdade, talvez ele tenha um dia ruim, esteja com dores renais ou com um desalinhamento dos planetas. Mas quando se trata de especialistas, esse tipo de inconvenientes não são visíveis no exterior, como evidente falta de jeito. Podem, no máximo, reduzir a dinâmica habitual, sem transformar o episódio inteiro numa epopeia do fracasso erótico.

A ponta de lança de um comportamento claramente egoísta (e também aquilo que indica que o parceiro é uma nulidade) é a tendência de não suportar o próprio peso em cima da mulher, como se ela fosse construída de forma a resistir a qualquer peso.

Esse tipo de negligência, assumida por incompetência ou com base no princípio “pagas-me para te penetrar, não para te ajudar a relaxar como no SPA”, demostra que o gajo é um groisseiro, longe de um companheiro agradável.

 

5.-Coloca a cliente em posições bizarras. Fã apaixonado das “manifestações” sensuais ou extremamente desajeitado a nível de escolha das posições sexuais, o gajo que coloca a vítima com as mãos no chão por causa de uma vaga sensação de que ela gostaria de sentir o próprio estómago na gola ao momento da penetração, comete um erro imperdoável.

O facto de ele ter o órgão mais potente é inútil se ela não gostar da posição... Obrigar a mulher a fazer acrobacias complicadas ou exercícios de contorcionismo priva ela do direito a um tempo de qualidade.

As senhoras que querem fazer desportos extremos saltam de montanhas com elástico ou passam um dia inteiro longe da tecnologia, não contratam acompanhantes para ver qual a própria resistência em equilíbio num só pé.

 

6.-Pede à parceira que tal a saude e o orgasmo. Os homens obsecados com pedir à convidada como é que ela está, se quer um copo de água, um travesseiro sob o traseiro, música de fundo ou um pouco de luz, e isso não antes mas durante a acção quente, têm um problema. Não com a discrição, mas sim com a auto-confiança ou a bondade exagerada.

Igualmente desaconselhável (e irritante) é questionar permanentemente a “convidada” sobre o orgasmo. Chegou? Quanto falta ainda? Está no bom caminho?

Essa atitude mais parece o resultado da falta de experiência, a impressão que o que importa é o destino e que o caminho a percorrer é irrelevante (e, não menos importante, mostra imaturidade profissional).

* * *

Há também outros comportamentos que revelam um indivíduo mal treinado. As senhoras menos afortunadas, os conhecem com certeza. As outras têm a “possibilidade” de descobri-los no futuro. Isso só deve ser permitido uma vez: a primeira vez.

Apesar de todos os cuidados e as escolhas longamente estudadas, as experiências desse tipo roçam por vezes as loterias infrutíferas. Porém, do lado positivo, a cada “trabalhador” incompetente que não está a nível das expectativas da sua cliente, há outros (pelo menos) 10 muito bons que esperam causar estragos entre os lençóis.