5 tipos de clientes difíceis

5 tipos de clientes difíceis

5 tipos de clientes difíceis

As compradoras de serviços sexuais podem não ser doces como o mel e brincalhonas como um dia quente de primavera? Claro que podem, com grande desgosto dos amantes temporários, que têm que enfrentar as criticas, os ciúmes, a dependência, a intrusão ou a ambiguidade verbal de algumas delas, em vez de se concentrarem sobre a única “missão” que deveriam considerar... fornecer prazeres.

Graças à sua experiência em trabalharem com pessoas (de todos os tipos), os trabalhadores do mundo erotico-mercantil sabem como gerenciar as situações desagradáveis (sem que ninguém tenha a sofrer fisicamente nem no amor próprio). Contudo, há constrangimento quando têm que lidar com pessoas que confondem o propósito do especialista em sexo com o do psicólogo, escravo particular, melhor amiga ou namorado em casa.

Os parceiros à hora só querem é ganhar uma vida honesta, através da comercialização de orgasmos a preço de mercado, não curar traumas, complexos ou a falta de elegância das “visitantes” ocasionais. Caso contrário eles teriam com certeza um gabinete para o desenvolvimento pessoal.

Esses são os tipos de mulheres que fazem com que os acompanhantes considerem a sua actividade como um trauma imerecido:

 

1.-A loquaz. Tal como todos os livros de psicologia mostram ou as citações inspiradoras na internet, a comunicação é essencial em todas as relações, independentemente da sua natureza. Isso aplica-se também para as aventuras com acompanhantes. Antes de chegar ao sexo, é preciso conversar sobre a maneira de atingir o orgasmo. Além disso, trocar palavras é importante também como instrumento de perversão da atmosfera no quarto, pois já se sabe quanto as palavras adequadas servem para o aumento de uma libido inactiva.

Mas algumas senhoras escquecem de parar a avanache de palavras e têm a sensação que o gajo, entre as várias qualidades que ele têm de ter, tenha o dever de manifestar uma paciência sobre-humana para com a maratona oratória que elas percorrem incansáveis (mesmo nessas condições totalmente impróprias para a... tagarelice).

No entanto, por razões objectivas, a resistência prolongada à tagarelice é ausente da lista de atributos correspondentes ao Casanova oficial. As conversas longas (que têm ou não a ver com o tema do encontro) são chatas. As indicações perseverantes do tipo: “Agora faz isso, para a direita, para a esquerda, no meio, é isso.... pára, levanta-te, fica de joelhos, sê mais entusiasmado!”, também são chatas.

Dica: tentem deter o apetite delas para as confissões, discursos ou instruções com os beijos (na boca, claro). Outra solução seria elevar o nível do som da música que não deve absolutamente faltar nesse contexto.

 

2.-A silenciosa. Paralelamente às senhoritas ou senhoras loquazes, há as silenciosas, que calculam muito as palavras que dizem por minuto ou por hora.

Querem artifícios, episódios simples na cama, de pé, suaves ou agressivos, com abraços no final? Ninguém sabe.

Gostam de ficar caladas e emanar uma aura de mistério quase palpável, como se fosse necessário consultar os astros para endender os seus desejos segredos. Só falam quando solicitadas, mas fazem-no com moderação e cautela, e parecem estar com medo que cada sua palavra lhes possa ser cobrada.

Essa atitude taciturna rende díficil a missão que precisa também de edificações directas, pois muitas vezes a interacção não-verbal é insuficiente nesta empresa.

Dica: geralmente, esse tipo de seres esperam ser surpreendidos. Pode tentar relaxar a atmosfera fazendo uma piada. Se não houver alguma reacção positiva, passe simplismente (directamente) aos “factos”, observando durante o contacto as preferências que as levam a transmitir (à sua maneira) que está no bom caminho.

 

3.-A arrogante. Assumindo esse papel, a cliente pode brincar em ser superior, pois lhe é permitido pretender mimos, obediência ou submissão total. Fora dos jogos de papel, as relações desiguais estabelecidas entre as duas partes revelam uma atitude de arrogância da mulher (usando o princípio do “és apenas um gajo que vende o seu corpo, e já que eu pago... faço tudo o que quero!”).

Subir para esse pedestal faz com que a criatura complacente nessa situação tenha um comportamento irónico, abusivo, como uma dona com plenos direitos em relação a “propriedade” alugada. Pretende fazer juízos de valor, críticas ou objecções, desafiando a paciência e o equilíbrio interior do homem que está prestes a lhe desejar boa viagem para o inferno de onde veio, e bloquear em seguida o número de telefone dela.

Dica: páre de perder tempo procurando formas comuns de comunicação com esse tipo de personagens. É muito difícil e sobretudo, não rentável (geralmente, a enfatuação vai de mãos dadas com o egoísmo e a mesquinhez). A melhor solução é evitar elas completamente.

 

4.-A chantagista. Nessa categoria entram os indivíduos interessados a obter alguma coisa (qualquer coisa, ainda que pequena), de um acompanhante (o encontro em determinado dia, determinado momento, a execução de alguma técnica repudiada pelo gajo), não através de conversas normais e naturais, mas usando constrangimentos, ameaças e condicionamentos, às vezes extremos. Das comuns promessas malicioasas de contratar “outros” a próxima vez, publicar comentários negativos na internet ou reclamações “em toda a parte”, até às coisas mais graves, onde há evidentes intenções comuns à doença ou criminalização jurídica.

No seu percurso de intimidação, as senhoras ou senhoritas “suaves” esquecem-se que os machos não se assustam tão facilmente, não confundem o estatuto que eles escolheram com o de boneco, nem permetem ser treinados como animais de estimação.

Dica: nunca desista perante as “pressões” desse tipo (criando um precendente que ulteriormente vai gerar situações cuja finalidade é difícil de anticipar). A melhor solução nesses casos chama-se sempre: PREVENÇÃO. Pare logo qualquer tipo de interaçcão com essas pessoas e não lhes ofereça a possibilidade de relacionar-se a alguma coisa da sua vida ou profissão!

 

5.-A negligência. É difícil acreditar que as senhoram esquecem ou simplismente não têm vontade de se arranjar antes de sair, de carteira recentemente alimentada, pelo caminho da felicidade carnal. Difícil mas não impossível! Há também excepções à regra. Quer por pressa, por falta de tempo, desinteresse ou indeferença, algumas representantes do sexo bonito aparecem com um aspecto miserável ao “encontro”.

É preciso prestar a devida importância para a higiene (lavagem do corpo, cabelo, dentes) e para os cuidados pessoais mínimos (depilação, pentear cabelo, vestir roupas limpas).

O amante cooptado também é homem, tem todos os sentidos intactos e deseja muito não ser agredido a nível visual, olfactivo ou a qualquer outro nível, pelas suas clientes. Caso contrário, o próprio desempenho (“profissional”) terá muito a perder.

Dica: se sentir que a parceira é “demasiado” para a sua tolerância perante o “insalubre”, só lhe resta propor-lhe tomar um duche “antes” (eventualmente juntos). Caso contrário... o risco é seu!